Por algum tempo, juro que grilei (existe o termo ainda?) com o fato da minha filha não falar nada além de mamã e papá, muito esporadicamente. Cada criança tem seu próprio ritmo, eu sei disso muito bem, mas eu como boa pessoa ansiosa que sou, já estava me preocupando com a hora que precisaria me preocupar com isso. Até que, depois de uma doencinha (primeira otite da vidinha dela) e durante nossa viagem de carnaval, ela começou a desencantar! Falar espontaneamente (ou seja, sem a gente ter que pedir) mamãe e papai, além de começar a tentar repetir as coisas quando falamos. No repertório (que ainda é mais compreensível pelos pais que pelos demais, sabem essa fase?) temos:
- papaii ("i" caprichado), mamãii (idem)
- bobó (vovó, que às vezes sai meio "uouó" também)
- uco ou cuco (suco)
- mamá, papá
- ati (quente)
- bô (acabou)
- maix (mais)
- cocô (já avisa qdo faz), sissi (xixi)
- Gugu (nome do papai)
- Pédi (Tedy, o polvo da Xuxa...rs)
- pé
Essas ela fala mais consistentemente, e muitas vezes sem pedirmos pra falar. Outras ela fala se pedimos apenas, e horas sim, horas não.
Cada dia mais me convenço de que ser mãe é a coisa mais gostosa desse mundo (a mais trabalhosa também, e a que mais traz experiência, ensinamentos, amadurecimento e deslumbramento)>
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